quarta-feira, 29 de abril de 2009

Avalanche de ideias.

Sabe quando de súbito acontecem certas coisas, ou melhor, voltam a acontecer coisas? É nesse momento em que ficamos mais confusos. Nossas atitudes são tão inesperadas quanto as coisas que acontecem. Mas esses são os momentos mais legais, pois sentimos as coisas com uma intensidade recrudescida. Uma espera por uma sexta. O desejo de que uma noite não termine nunca. A vontade de que o laço criado por um toque de mãos não se extingua jamais. Que você só fique ali. Só...
Esse só que parece tão pequeno, mas que na verdade é o que importa. É a consciência de que você não está sozinho. É a companhia reconfortante e recíproca. É o sorriso. É o cheiro. É cada palavra, ou cada resmungo.
Como disse anteriormente, é nesse momento do recrudescimento dos sentimentos que nos sentimos mais confusos, e é como estou. Ainda mais para mim que sou um tanto quanto instável e bipolar.
Às vezes queria me manter em um único estado de espírito por um tempo longo, mas me parece difícil essa tarefa. Por um momento odeio, e no próximo amo.
Causas externas - ou internas- também podem alterar meu humor: coisas que sou, que sei que sou, ou que não sei se sou.

É claro que meu "status" aparente no momento é felicidade. Perspectivas futuras boas tanto no lado acadêmico, quanto no lado afetivo, pessoal. Mas a balança do humor nunca tende exclusivamente para a felicidade. Em contrapartida, nunca tende exclusivamente para a tristeza. O que de certa forma me mantêm num rumo. Não é o melhor, mas é o que tenho a oferecer.

"Foi bobagem não falar desse meu medo de amar..."

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Foi um devaneio meu.

"I still believe
Someday you and me
Will find ourselves in love again
I had a dream
Someday you and me
Will find ourselves in love again"


Será que um dia nos apaixonaremos de novo? Será que um dia você retornará à inocência? Para a segunda pergunta a minha opinião é que não, porque como Einstein dizia: "A mente que se abre a uma ideia jamais voltará ao seu tamanho original". A esperteza e perda da inocência por vezes é necessária para a sobrevivência, porém há pessoas que são inocentes por natureza, e perder a inocência é perder parte ou quase que si mesmo por inteiro.

Para a primeira pergunta, prefiro dar uma resposta um pouco mais otimista, para meu próprio bem. Pois verbalizar uma desistência, é desistir pelo menos triplamente. E como continuo tentando, prefiro dizer que ainda há uma esperança, ainda há uma luz que aparece pálida e fraca no fim do túnel, que me guia, mesmo que cambaleante para a saída. O conforto é a fé de que o que tiver de acontecer, ACONTECERÁ.

Sim, eu continuo acreditando

domingo, 5 de abril de 2009

I don't know Why!!

Porque? Porque as pessoas insistem no erro? E o pior: porque insistem no erro mesmo quando as pessoas ao seu redor GRITAM nos seus ouvidos que estão erradas.
Pessoas que eram de um jeito mudam suas personalidades sem nem pestanejar por causa de outras que nem merecem tanto apreço.
E eu que sou de certa forma constante, me vejo abandonado.
Pessoas se modificam por outras, mas nenhuma se modifica por mim. Injusto? Talvez. Talvez não esteja na hora e ninguém se modificar por mim. O tempo pode estar se aproximando, mas ainda não chegou a hora.
Enquanto isso, a alegria dá lugar à tristeza, o companheirismo dá luga à solidão. E a bipolaridade me consome.
Porque? Eu não sei.

But I can't spell it out